THOMAS EDISON – CIENTISTAS E EXPERIÊNCIAS MEDIÚNICAS

Thomas Alva Edison nasceu numa família de classe média, a 11 de fevereiro de 1847, em Milan, Ohio, EUA. O pai, Samuel Edison, canadense de origem holandesa, ganhava a vida de várias maneiras: era mascate vendendo bugigangas, era marceneiro, carpinteiro, negociante de imóveis. A mãe, Nancy Eliot Edison, ex-professora canadense, teve sete filhos, mas três faleceram ainda pequenos. Thomas era o mais novo, e, por isso, sua mãe lhe dedicou especial atenção.

Em 1853, a família mudou-se para Port Huron. Na escola, a única da cidadezinha, o rapaz tinha problemas com seu professor, o padre Engle, que dizia que ele não parava de fazer perguntas e que custava a aprender. Além disso, o garoto recusava-se a fazer as lições. Após três meses de aulas, Thomas Edison deixa a classe. Nunca mais voltaria a frequentar uma escola. A mãe tomou a seu cargo a educação do menino e ele, por seu lado, aprendia o que mais lhe interessava. Neste período conseguiu estudar  todos os livros da mãe com temas sobre ciência.

 Em 1859, com 12 anos, começou a trabalhar vendendo refrescos, jornais, sanduíches, doces e frutas dentro dos trens e na estação ferroviária da estrada Port Huron-Detroit. O guarda da estação local deixava Edison guardar os doces e os jornais num vagão vazio. Sobrava tempo para leituras e para experiências no laboratório que, sorrateiramente, Edison havia instalado num dos vagões abandonados (certa vez, o vagão pegou fogo devido às experiências que lá empreendera). Edison tinha problemas de audição que se agravaram com o correr do tempo.

INÍCIO DIFÍCIL

Entre 1863 e 1868 trabalhou como telegrafista, algumas vezes atrás das linhas de combate durante a Guerra Civil Americana. Nas horas de folga tentava desenvolver técnicas telegráficas mais rápidas.

O ano de 1868 é todo especial. Foi contratado como operador noturno da companhia telegráfica Western Union, em Boston. Durante as folgas leu o livro “Eletricidade” do físico inglês Michael Faraday (1791-1867) e se identificou com o novo assunto. Edison reproduziu todas as experiências que Faraday descrevia em seu livro e se sentiu capaz de aperfeiçoar o assunto. No outono ele abandonou o emprego e se tornou INVENTOR em tempo integral.

GRANDE OPORTUNIDADE

Mudou-se para Nova Iorque em 1869 para se estabelecer como inventor independente. Chegou esfomeado e sem dinheiro. Dois anos mais tarde, quando o centro financeiro americano (Wall Street) ficou em crise devido a uma pane no sistema telegráfico de transmissão de dados, Edison, que vivia ali perto, foi chamado e fez um reparo tão bom que foi nomeado supervisor. Inventou, então, um indicador automático de cotações da bolsa de valores; patenteou esses melhoramentos e os vendeu  por 40 mil dólares. E ainda assinou um contrato com a Western Union.

Com este dinheiro, Edison pode se estabelcer em Newark. Lá conheceu Mary Stillwell, com quem veio a se casar em 1871. Segundo ele, enquanto estavam a namorar, Edison usava a sua surdez como motivo para se sentar perto dela para poder ouvir melhor o que ela dizia.

RECONHECIMENTO PÚBLICO

Mais tarde, em 1876, Edison se mudou para Menlo Park, onde desenvolveu com sucesso o fonógrafo e o transmissor de carbono para telefones. Finalmente estabeleceu-se em West Orange (1887). Nesta localidade fundou o laboratório “Edison”, considerado hoje monumento nacional dos Estados Unidos. No seu laboratório contou com a colaboração de figuras destacadas, como, por exemplo, o físico e inventor americano de origem croata Nikola Tesla. Contava já com 300 funcionários a trabalhar nas suas invenções, as quais, num dado momento, chegaram a contar com 50 funcionários em diferentes projetos e em diferentes estágios de desenvolvimento.

Esse extraordinário inventor norte-americano chegou a registrar mais de mil patentes, dentre elas o fonógrafo, a lâmpada elétrica, a bateria alcalina, tendo sido votado, por duas décadas, o “Cidadão Mais Útil” da América.

ENVOLVIMENTO COM FENÔMENOS MEDIÚNICOS

Dentre as pesquisas realizadas por Thomas Edison, destaca-se o desenvolvimento de um aparelho baseado no magnetismo, que seria capaz de facilitar a comunicação com os espíritos. Desta forma, Edison pode ser considerado como um dos precursores de um ramo da ciência moderna denominado TCI – TRANSCOMUNICAÇÃO INSTRUMENTAL -, onde se obtém imagens e vozes, através de aparelhos eletrônicos, provenientes de entidades já desencarnadas.

Edison aderiu publicamente ao “Congresso de Investigações Psíquicas” celebrado em Chicago, e escreveu ao seu presidente, Dr. Cones, entre outras coisas, o seguinte:”O Congresso será, sem dúvida, proveitoso para o interesse do Espiritismo, porque dele resultará a distinção entre o falso e o verdadeiro, contribuindo por igual a fazer luz no assunto. Será salutar para os espíritas, porque sua insuperável filosofia tornar-se-á patente.”

Thomas Edison é mais um exemplo de “Grandes Cientistas” que se convenceram da realidade espiritual e estudaram os Fenômenos Mediúnicos.

CORREIO ESPÍRITA -18 de setembro de 2011

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