Precioso documento “causo”

Precioso documento – O sempre lembrado tarefeiro espírita Jerônimo Mendonça residia na cidade de Ituiutaba, no Estado de Minas Gerais. Com alegria, ele narra que numa certa noite de 1957, após a reunião no Centro Espírita Amor Fraterno, partira em direção à sua residência. Ao atingir o cruzamento da Av. 7 com a Rua 26, resolveu entrar no Bar Motorista, a fim de tomar uma xícara de chocolate com o famoso “forrobodó”. De repente, a Polícia chegou e agitou o ambiente. Prendeu pessoas, revistou outras tantas. Jerônimo notou que seu coração batia em taquicardia violenta. Pensou: “Hoje mamãe não vai ver seu filho…” Neste interim um dos policiais se aproximou e lhe pediu os documentos e de imediato foi-lhe revirando os bolsos do paletó e da calça. Num dos bolsos do paletó, o soldado topou com um livrinho espírita de preces, de Allan Kardec. De inopino o rosto do militar serenou e com as mãos gentilmente pousadas sobre os ombros de Jerônimo disse-lhe a meia voz: – “Você, meu filho, pode ir para casa, você é gente boa, carrega, pois, no bolso um livro espírita”. Jerônimo, então, remata esse “causo” dizendo: – “Se o livro espírita já vale como precioso documento, imagine quando todos nós tivermos a legítima conduta exigida pelos livros espíritas – a conduta espírita cristã?”

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